Tipo:
Bairro:
Quartos:
até
Valor:
até

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

Newsletter: Nome:  E-mail: 
Notícias
06-09-2010
Consórcio Imobiliário: Regras ficam mais flexíveis


03-09-2010
Caixa Econômica emitirá títulos para financiar casa própria


01-09-2010
Brasileiro prefere adquirir imóvel a alugar
Associados
Acesso ao Fantástiko
Código:
Login:
Senha:
06/01/2010 - Programa de habitação

A projeção da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) para o 2010 afigura-se positiva, apontando, como vem de ser divulgado, que o setor da construção civil deverá ser um dos motores da economia este ano, a ponto de estimar-se venha a ser superada a marca de um milhão de unidades, aí compreendidas, como destinatárias, as famílias de baixa renda e as de classe média.

Veja-se que se confirmado, ao longo do ano, o número representaria um crescimento de 25% sobre o total de moradias financiadas em 2009, considerando-se as duas principais fontes de recursos do programa de habitação, ou sejam, o FGTS e a poupança.

De acordo com a referida projeção, as operações com recursos da poupança crescerão 50% e poderão atingir R$ 45 bilhões, com mais de 400 mil unidades financiadas, enquanto em relação ao FGTS, com orçamento de R$ 24 bilhões para habitação, espera-se que deverá superar as 400 mil moradias contratadas no ano passado.

Os recursos previstos para este ano são 70% superiores aos liberados pelas duas fontes em 2009, levando-se ainda em conta que o volume de financiamentos e unidades contratadas será maior ainda se consideradas as cooperativas habitacionais, bem como os recursos próprios dos bancos, emprestados através do Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), com juros livres.

A projeção tem como base a estimativa de crescimento de 5% da economia brasileira em 2010 e, segundo o presidente da Abecip, Luiz Antonio França, se as previsões se confirmarem o crédito imobiliário poderá crescer um ponto percentual sobre o Produto Interno Bruto (PIB), no corrente ano. A proporção está hoje em 2,9% do PIB, e prognósticos já formulados levam analistas a considerar que "este será o ano da construção civil no Brasil". Registre-se também, a propósito, que o último balanço da Caixa Econômica Federal (até 10 de dezembro) revelava que os projetos encaminhados à instituição, no âmbito do Minha Casa, Minha Vida, previam o financiamento de 590.761 casas, sendo que 213 mil já contratadas até aquela data.

Arguem-se entre os fatores adversos dificuldades para a regularização de terrenos nas regiões metropolitanas, onde se adensa o processo de favelização e, consequentemente, o deficit habitacional é mais acentuado.

De qualquer modo, o desafio habitacional se coloca, cada vez mais, de forma inarredável, e sua superação sobressai como prioritária em qualquer estratégia de desenvolvimento digna desse nome, avultando, portando, diante dele, o papel da indústria da construção civil, e realçados, uma vez mais, os efeitos multiplicadores inerentes a essa atividade econômica que se caracteriza justamente pelo alto índice de absorção de mão de obra, com os reflexos sociais que daí se originam e as desejáveis repercussões no conjunto de propostas capazes de influir na melhoria da qualidade de vida da população.

 

Fonte: Jornal do Commercio

  © Copyright 2010 - Rede IMVISTA. Todos os direitos reservados.