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NotíciasEssa é a opinião do vice-presidente da Rede Imvista, Fabiano Taylor, sobre investimento em imóveis. Alguns podem valorizar 35% até a venda.
Há aproximadamente dez anos, a empresária Elaine Capistrano decidiu começar a investir em imóveis na planta. “Desde sempre a gente estuda e ouve os pais dizendo que os latifundiários são pessoas que detém muito poder”, conta. Atualmente, Elaine é dona de uma empresa de produtos médicos, a Cardiomed, e investe em imóveis de pequeno porte, que lhe geram 30% de lucro na venda.
Fabiano Taylor, vice-presidente e diretor Comercial da Rede Imvista, explica que o mercado imobiliário se valorizou muito nos últimos anos, e que imóvel continua sendo o melhor investimento. “O déficit habitacional é muito grande, então, enquanto existir consumo nessa área vai ter a valorização”, destaca. Na visão de Fabiano, é importante que o governo brasileiro não deixe que a economia estrangeira desacelere a nacional, e, uma das medidas para isso, é incentivar a construção civil com a liberação de financiamento e taxa de juros baixa.
Essas são as seguranças que o brasileiro precisa para investir em um imóvel próprio ou na planta, segundo o vice-presidente. Além disso, o risco desse investimento é também muito menor se comprado aos títulos, papeis e aplicações. “Ele vai continuar sendo destaque em relação a qualquer outro tipo de investimento seguro, além da rentabilidade que é muito maior”. Com o aumento da renda das pessoas, esse investimento vai continuar crescendo e valorizando.
Tudo isso incentivou Elaine a investir, além também da segurança em saber que o dinheiro investido está materializado em cimento e tijolo. “É uma coisa palpável e nada que o governo pode tirar de você”, destaca. Elaine compra o imóvel na planta financiado. Após o término da obra, ela faz a venda e reinveste o dinheiro. A empresária opta por imóveis de pequeno porte, de dois quartos, uma vaga na garagem, sem opções de lazer no prédio e localizado em bairros periféricos.
De acordo com Fabiano, o local do imóvel é essencial para apontar a sua valorização. Alguns podem valorizar até 35%. Para iniciar esse tipo de investimento, Elaine aconselha procurar um agente, uma pessoa que seja responsável por captar este imóvel dentro do perfil do investidor. O segundo passo é levantar o histórico da construtora responsável e saber se ela é sólida no mercado.
O vice-presidente da Rede Imvista prevê um grande crescimento para esse mercado em 2012, principalmente um aumento expressivo na compra e investimento em imóvel pela classe C e D. “Essas pessoas estão saindo do aluguel para começar a investir em imóveis, e isso é consequência do aumento da renda e disponibilidade de crédito no mercado”, finaliza.
Fonte: Jornal Encontre Imóveis
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